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EPALE

Plataforma eletrónica para a educação de adultos na Europa

 
 

Sala de imprensa

Tackling unemployment while addressing skill mismatch

03/12/2015
Idioma: PT

Nos últimos anos, os governos da União Europeia têm efetuado esforços no sentido de combater o desemprego, dando primazia à temática da (ina)adequação de competências. Assim, o presente estudo, da autoria do Centro Europeu para o Desenvolvimento da Formação Profissional (CEDEFOP), recorre a um mapeamento geográfico dos 28 Estados-Membros, identificando as políticas desenvolvidas neste âmbito, com o intuito de garantir uma boa articulação entre as competências obtidas pelos futuros trabalhadores e as necessidades do mercado de trabalho, tirando partido das mais-valias de cada trabalhador, enquanto recurso determinante no sucesso das empresas.

Os autores do estudo defendem que o recurso a políticas de combate à inadequação de competências pode (e deve) funcionar como elemento central na melhoria da procura ativa de emprego. Como tal, é lançado o alerta para que, na luta contra o desemprego, os Estados não priorizem apenas o fator empregabilidade, colocando de parte as competências, desvirtuando, desse modo, o propósito inicial.

Fatores como guiar os alunos/formandos para as profissões, reformular as qualificações existentes e adaptar os planos curriculares às necessidades do tecido empresarial são alguns dos elementos que assumem maior importância na análise efetuada.

De uma forma mais particularizada, segundo o estudo, em Portugal os fatores críticos de sucesso destas políticas assentam em três elementos: oferta de formação específica de curta duração, combinação entre prática e reconhecimento das aprendizagens prévias e ajuste entre aprendizagem e prática (on the job training).

Em suma, de acordo com os autores do estudo, a médio-longo prazo, os Estados-Membros devem continuar a demonstrar empenho na introdução de políticas e instrumentos que visem diminuir a inadequação de competências, através de medidas que garantam a eficácia e eficiência necessárias. Os exemplos apresentados no estudo não devem ser vistos como um modelo a replicar entre Estados, mas apenas como ponto de partida para uma aprendizagem que a todos poderá beneficiar.

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