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EPALE

Plataforma eletrónica para a educação de adultos na Europa

 
 

Sala de imprensa

Não existem soluções, existem forças em marcha...

25/05/2017
Idioma: PT

Fui, há alguns anos atrás, e durante aproximadamente 8 anos, Formadora e Docente em Organização e Gestão de Empresas e em Gestão de Pessoas e, apesar de ter sido bastante exigente, foi uma das coisas mais gratificantes do meu percurso profissional. Uma das etapas mais felizes. Passados estes anos, a experiência adquirida, aliada a uma maior sabedoria que naturalmente foi sendo acumulada, permite-me ansiar voltar de novo à partilha do que sei com outras pessoas e à interação com elas. É preciso inspirar, transformar e potenciar talentos, pessoas e empresas.

Chegou o momento de dar de novo utilidade ao meu (vitalício) CCP de Formadora e de avançar com dois Programas de Formação: um sobre Políticas de Desenvolvimento de Pessoas e outro sobre Inteligência Emocional. O primeiro para chefias, o segundo para colaboradores. Ambas as formações são desenvolvidas com base em metodologias criativas, práticas e participativas que se consubstanciam fundamentalmente na análise e discussão de casos práticos. O foco estará na partilha de conhecimentos e de experiências entre os vários intervenientes, assim como na análise e discussão de casos apresentados, previamente, pelos participantes, na convicção de que, para ser eficaz, a formação terá de ser focalizada e transformadora. A ação sobre Políticas de Desenvolvimento de Pessoas terá como objetivo, o desenvolvimento de competências para uma liderança sustentável, através de uma adequada gestão de talentos, de competências e de desempenhos. A formação para colaboradores, sob o tema da Inteligência Emocional, terá o objetivo de desenvolver a inteligência emocional aplicada ao contexto laboral, dotando os participantes dos conhecimentos e aptidões inerentes a um QE Performer.

As atitudes de outros tempos estão totalmente desatualizadas, as empresas passaram por uma revolução radical, em que a hierarquia rígida, com chefias duras e manipuladoras, se começou a desmoronar nos anos 80 e se encontram obsoletas.

O papel dos empresários e das chefias neste processo de mudança é fulcral pois chefiar não é dominar, mas antes a arte de persuadir as pessoas a trabalharem para um objetivo comum. Numa empresa, toda a gente faz parte do sistema e este tem de funcionar bem, muito bem. A empresa, no seu todo, deverá ser Emocionalmente Inteligente.

Qualquer ser humano, em qualquer etapa da sua trajetória de vida, tem o direito e o dever de adquirir conhecimentos e de desenvolver competências. O direito e o dever de aprender é coextensivo à vida, pelo que o investimento na educação e formação também deverá sê-lo.

Educar e formar adultos e adultas é uma prioridade mas não se resume a conhecimentos escolares ou a competências profissionais, abrange também competências pessoais e sociais. As pessoas não são instrumentos técnicos, reféns dos interesses dos mercados ou das agendas políticas, são elementos vitais na construção de sociedades democráticas mais justas, solidárias e felizes.

Uma das prioridades para a terceira década do séc. XXI é o desenvolvimento das pessoas, um contrapoder à artificialidade do tecnológico. Impõe-se a orientação e o aconselhamento de adultos e de adultas no sentido da construção de projetos de vida onde o trabalho seja uma fonte de dignidade e de estabilidade familiar, promotor do desenvolvimento pessoal.

Hoje, são necessárias novas competências e a sua constante atualização e, neste aspeto, é necessária uma maior predisposição das empresas para o investimento em formação à medida, devidamente focalizada e transformadora, bem como a redução da resistência dos colaboradores e das colaboradoras para adquirirem novas competências e qualificações.

A carreira única para toda a vida faz parte do passado. Hoje, os desafios e mudanças são cada vez maiores e as pessoas precisam de obter novas competências e qualificações. E não falo aqui apenas de competências básicas, falo também de competências transversais (criatividade, trabalho em equipa, flexibilidade, assertividade, entre outras).

De salientar que é a idade ou a baixa escolaridade, os fatores que estão por detrás da baixa adesão à aprendizagem ao longo da vida. É preciso mudar mentalidades, insistir, quebrar tabus, mostrar com convicção que alguém menos jovem e com baixa qualificação, tem experiência adquirida, um conjunto de saberes e que, por esse motivo, deverá querer desenvolver ainda mais as suas qualificações e competências.

A aprendizagem ao longo da vida é um direito, um dever e uma necessidade.

Ler mais: http://pieces-of-moments.webnode.pt/news/inspirar-transformar-potenciar/

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