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AEC Avós e Netos - Troca de Saberes Intergeracionais

24/09/2017
by Lina Claudia Santos
Language: PT

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AEC Avós e Netos - Troca de Saberes Intergeracionais

PROBLEMÁTICA

AEC (Atividades de Enriquecimento Curricular) e o seu subaproveitamento, será a problemática que se propõe projetar. Não é um tema desconhecido, pelo contrário, uma temática bem presente nos nossos dias, principalmente para a comunidade escolar (alunos, pais, escola…).

Em consequência de um emergente desenvolvimento da sociedade globalizada, as últimas décadas têm sido marcadas por mudanças que abrangem diferentes setores de atividade humana, como as ciências, as artes, as tecnologias, que geram perplexidade e incerteza, e impõe novos desafios à instituição escolar. (Montenegro, 2012)

A emancipação da mulher, mães que deixam de ser apenas “donas de casa” para alcançar uma carreira, tornam-se ativas no mercado de trabalho começando a haver necessidade de as crianças passarem 8h na escola, as quais na sua maioria em contexto de sala de aula, inclusive nas atividades extracurriculares.

A escola atual está assim perante o desafio de responder às novas necessidades da sociedade global. Uma dessas necessidades foi a de ocupar por mais horas as crianças na escola e alargar a sua oferta pedagógica, uma vez que atualmente, grande parte dos pais trabalha a tempo inteiro. (Montenegro, 2012)

Com os pais a trabalhar a tempo inteiro, e os centros de ensino centralizados, urge uma solução para este problema. A própria sociedade não vê a solução nos idosos, observa-se por um lado que os considera como fardos, e vemos por outro lado o desenraizamento dos filhos, a idade ativa que cada vez termina mais tarde, a sociedade que montou um “circo comercial” à volta de manter o envelhecimento ativo, ocupando os idosos “horas a fio” com atividades.

Existe na verdade uma série de razões, para as famílias não se auxiliarem nos idosos, chegando mesmo a duvidar da sua capacidade de cuidar das crianças, quando poderiam ser em algumas situações uma mais valia para pais, filhos e avós.

Perante o problema, surge no nosso país um conjunto disperso de iniciativas a nível local, propiciando atividades de natureza extracurricular aos alunos do 1º CEB, porém, tais iniciativas não contemplavam toda a população, uma vez que, muitas famílias não tinham condições financeiras de propiciar ofertas de qualidade para ocupar o tempo livre dos seus filhos. Acerca de ocupar o tempo livre, importa referir o Estatuto do Aluno (EA) e Ética Escolar (Lei nº 51/2012 de 05 de setembro).

Segundo a interpretação da lei o aluno deve usufruir de uma planificação equilibrada de atividades curriculares e extracurriculares, e estas devem contribuir também para o desenvolvimento cultural da comunidade.

Entende-se que o legislador valoriza a formação da personalidade do aluno e o envolvimento com a comunidade. Em 2006, perante a conjuntura, nasce um novo projeto curricular para o 1º Ciclo (e não só), as Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC), diferente das “ofertas” anteriores pois possuem uma vertente social, na medida em que faz concretizar uma ideia de acesso a todos.

Pretende-se assim, garantir o espaço da escola, a todos os alunos, de forma gratuita, e a oferta de um conjunto de aprendizagens enriquecedoras do currículo e de aprendizagens, ao mesmo tempo que se concretiza a prioridade enunciada pelo governo de promover a articulação entre o funcionamento da escola e o fornecimento de respostas úteis no domínio do apoio às famílias. (CAP, 2007)

Segundo o Relatório da Confederação Nacional das Associações de Pais (CONFAP), 2008, torna-se indispensável na implementação das AEC a aplicação de estratégias e metodologias diferentes das aplicadas em contexto de sala de aula, para assim possibilitar aos alunos bem-estar e tranquilidade.

Apesar disso, a escolarização das AEC aparece enquanto preocupação em grande parte dos estudos, uma vez que acaba por reduzir a possibilidade de existência de autênticos “tempos livres”, como porções de tempo aberto a qualquer ocupação decidida pelo sujeito que desfruta do tempo.” (Pires, 2007 p.78)

Reconhecemos que os conhecimentos teóricos são cruciais na formação do individuo, mas verificamos ser necessário algo mais, estamos a descurar um lado que “antes” era assumido pelos pais, pois estavam mais “disponíveis” para o Educar, o Saber Ser, obviamente que enquanto pais nunca são livres desta responsabilidade, mas poderia a escola em parceria com os pais e com a comunidade desenvolver projetos, e porque não nas AEC!

A pressão social sobre a necessidade de tornar as aprendizagens funcionais levou ao ensino por competências. Este conceito não se opõe a conteúdos, pelo contrário, engloba-os. As competências compreendem os domínios do Saber, do Saber Fazer, do Saber Ser e do Saber Estar com os outros. “La educación encierra un tesoro) al identificar los cuatro pilares fundamentales para este fin: saber conocer, saber hacer, saber ser y saber convivir”

(Zabala, Arnau, 2008).

Estes domínios surgem em alternativa aos paradoxos teoria/prática, memorizar/compreender, conhecimentos/habilidades.

A universalização do ensino nos países desenvolvidos e em vias de desenvolvimento, associada ao pensamento democrático e às rápidas transformações a nível científico, económico e tecnológico, revelaram a debilidade de um sistema escolar vocacionado para uma minoria seletiva, embora cada vez mais abrangente da população, que não proporciona a todos e a cada um dos jovens uma educação e formação que lhes seja útil e prática para a sua vida ativa. (Cotovio, 2010)

A Recomendação do Parlamento Europeu e do Conselho, preconiza o desenvolvimento de uma educação e de uma formação profissional de qualidade, que garantam que, no final do percurso de formação inicial, os jovens adquiram as competências essenciais indispensáveis para o desenvolvimento e realização pessoais, para o exercício de uma cidadania ativa, participativa e produtiva, para a inclusão social e para o emprego.

Os saberes disciplinares, que se aprendem na escola, incluem um conjunto de regras e padrões que influenciam a forma como os alunos pensam, comunicam e interagem com os outros, bem como o olhar que constroem sobre o mundo e sobre eles próprios.

Todavia, hoje parece ser consensual que o currículo escolar não abrange tudo o que se aprende seja no domínio específico de cada área do saber, seja nos domínios mais transversais de desenvolvimento pessoal, social e cultural. As sociedades atuais debatem -se com questões como a imprevisibilidade do futuro e a sustentabilidade dos atuais padrões de desenvolvimento económico. A educação e a escola enfrentam hoje grandes desafios.

A globalização, a convivência multicultural e os rápidos desenvolvimentos económicos e tecnológicos suscitam novas questões e exigências aos alunos e aos professores.

O debate sobre o que se aprende e como se aprende na escola de Hoje será um tema de interesse do domínio público, sendo consensual um território de eleição no desenvolvimento de competências para a sociedade do conhecimento e para o exercício de uma cidadania ativa e democrática.

Nesta perspetiva, o apelo é para que a escola ensine algo mais, não no sentido de maior quantidade de conteúdos, mas tornando relevantes as aprendizagens escolares, dando-lhes significado crítico e criativo na e para a vida.

Será necessário garantir um perfil de saída, para todos os jovens no final da escolaridade obrigatória, que lhes permita continuar a aprender ao longo da vida, independentemente da diversidade de públicos escolares e de percursos formativos por que tenham optado no ensino secundário, e responder aos desafios sociais e económicos do mundo atual, alinhados com o desenvolvimento de competências do século XXI.

A construção de tal perfil, atenta a sua natureza e relevância, exige uma abordagem e reflexão multidisciplinar, participada e abrangente, sobre os saberes nucleares que todos os jovens devem adquirir no final da escolaridade obrigatória.

Procuramos fundamentar a coerência de utilizar as AEC para trabalhar as competências das crianças, sem a figura do professor e sem a obrigatoriedade da sala de aula tornando-as um espaço onde se aborde o que preocupa tanto uma parte da sociedade. Urge desenvolver um currículo desde o primeiro ciclo com objetivo de capacitar os jovens de lhe dar competências, de modo a existir uma educação a partir dos valores, do respeito, tornando-os cidadãos responsáveis, conscientes da sua liberdade (direitos e deveres), com pensamento critico, capazes de resolver problemas isto é promover a autonomia, desenvolver a capacidade de iniciativa e criatividade, com conhecimentos de escrita e boa comunicação.

Jovens promissores de imaginação e curiosidade, criativos, capazes de desenvolver competências individuais, e um espirito crítico, que ao longo da vida lhes permita aprender a querer saber mais, a querer Saber Fazer e a questionar-se o porquê.

Jovens que devem sonhar e saber adaptar-se a novas situações sem receio do desconhecido, conseguir produzir conhecimentos, fruto das suas próprias competências e experiencias de vida, com capacidade de interagir no mundo, e tudo isto poderá começar nas AEC.

Na verdade não podemos esquecer que a fábrica que constrói as grades da prisão constrói as grades das escolas (Ivan Illich), este projeto tem tudo para desmitificar estas grades numa perspetiva de autoformação, em contexto não formal, numa relação direta entre a socialização e a aprendizagem, valorizando o que cada um sabe, construindo a sua autonomia.

Em relação à educação não formal importa fazer um breve apontamento, apesar das impressões contrárias esta não constitui um sistema distinto e separado de educação, paralelo ao sistema formal de educação. Entende-se por qualquer atividade educacional organizada, sistemática, desenvolvida fora do âmbito do sistema formal, que visa oferecer tipos selecionados de aprendizagem a subgrupos específicos da população, tanto adultos como crianças. Assim definida, a educação não formal inclui, por exemplo, extensão rural e programas de capacitação de agricultores, programas de alfabetização de adultos, ensino profissionalizante oferecido fora do sistema formal, clubes de jovens com finalidade substancialmente educacional, e vários programas comunitários de educação para a saúde, nutrição, planeamento familiar, associativismo etc. (Coombs Ahmed, 1974 in Associação Direito Aprender).

Justificada a relevância do projeto nas crianças e jovens, enquadrado na dinamização das AEC, importa fundamentar esta ligação intergeracional, tão pertinente nos dias de hoje, com a aprendizagem ao longo da vida. Procuramos fundamentar na Lei de Bases do Sistema Educativo, que no seu artigo 2º esclarece, que o sistema educativo “Responde às necessidades resultantes da realidade social, contribuindo para o desenvolvimento pleno e harmonioso da personalidade dos indivíduos, incentivando a formação de cidadãos livres, responsáveis, autónomos e solidários e valorizando a dimensão humana do trabalho.”

Relacionando isto com a aprendizagem ao longo da vida e o nosso público-alvo, se uns estão a iniciar uma vida de aprendizagem, outros possuem toda uma vida de experiencia de aprendizagem que deve ser valorizada pois vai ser também demonstrativa da realidade social e contribuir para a que ambas as gerações partilhem Saberes.

A educação promove o desenvolvimento do espírito democrático e pluralista, respeitador dos outros e das suas ideias, aberto ao diálogo e à livre troca de opiniões, formando cidadãos capazes de julgarem com espírito crítico e criativo o meio social em que se integram e de se empenharem na sua transformação progressiva.

As AEC inseridas num contexto local vão beber da realidade social do próprio local e do saber de cada um. Será também um processo de promoção e consciencialização da realidade de cada um. Paulo Freire defendia uma educação libertadora e emancipatória através da qual os educandos se consciencializam e se transformam em agentes ativos de mudança do mundo, precisamos de jovens ativos e criativos. “Ninguém educa ninguém, nem tão pouco ninguém se educa a si mesmo; os homens educam-se em comunhão e influenciados pelo mundo”

A interação de gerações e a partilha do conhecimento e do SABER FAZER dos adultos vão contribuir para formar o SABER SER, dos jovens e das crianças.

O sistema educativo pretende que se contribua para a defesa da identidade nacional e a consciencialização do património cultural do povo português… contribuir para a realização pessoal e comunitária dos indivíduos … para a utilização criativa dos tempos livres… e assegurar uma segunda oportunidade aos que dela não usufruíram na idade própria.

Para defendermos a nossa identidade e desenvolvermos competências culturais, temos que trabalhar ao nível local, e quem melhor que os nossos anciãos para nos mostrar e valorizar essa identidade, dar a conhecer às nossas crianças e jovens o património. Contribuindo para as suas competências cognitivas, associadas ao saber fazer, estamos a prepará-los para saberem agir, inquietamos a sua criatividade, tudo isto inseridos num grupo que terá por si só a função do saber estarem juntos, do saber cooperar e viver em comunhão. Tudo isso conjugado irá contribuir para moldar o SABER SER, a génese do desenvolvimento do ser humano. “ Se queres colher em um ano deves plantar cereais. Se queres colher numa década deves plantar arvores, mas se queres colher a vida inteira deves educar e capacitar o ser humano” Kwantsu (Filosofo Chines Séc. III a.C. )

Para capacitar é crucial promover a criatividade, a descoberta de novos desafios, somos sempre aprendentes ao longo da vida e nesse sentido os seniores vão estar a ensinar mas também a aprender, num ambiente que será acolhedor, pensado nos afetos e nas emoções, que irá aquecer o coração a uns e a outros, ajudá-los a serem seres humanos mais generosos, a saber ser.

Entendemos que ao investirmos nos adultos (pais e avós) isso irá refletir-se nas gerações seguintes filhos e netos. Este projeto irá contribuir para o combate ao isolamento dos idosos e promover a autoestima, será um projeto inclusivo e integrador que promoverá o convívio e as relações (intergeracionais), o bem-estar de cada um.

Continuando na análise à Lei de Bases, esta refere-se a uma educação extraescolar onde se prevê “Eliminar o analfabetismo literal e funcional…. Assegurar a ocupação criativa dos tempos livres de jovens e adultos com atividades de natureza cultural… podem estas atividades realizar-se em estruturas de extensão cultural do sistema escolar, ou em sistemas abertos, com recurso a meios de comunicação social e a tecnologias educativas específicas e adequadas. Encontramos aqui mais uma justificação para que as AEC para todos possam ser a solução para vários problemas da nossa sociedade, pois poderá combater o analfabetismo, bem como promover a literacia digital.

Compete ao Estado promover a realização de atividades extraescolares e apoiar as que, neste domínio, sejam da iniciativa das autarquias, associações culturais e recreativas, associações de pais, associações de estudantes e organismos juvenis, associações de educação popular, organizações sindicais e comissões de trabalhadores, organizações cívicas e confessionais e outras.

Mais uma vez o projeto intergeracional nas AEC, tem todo o sentido pois são na sua maioria da iniciativa das autarquias, onde as associações locais se podem articular num trabalho em rede.

Importa analisar este projeto à luz de uma recomendação da UNESCO de 1976 que se refere acerca da Educação e Aprendizagem ao longo da vida:

”A recomendação denota uma proposta geral destinada a reestruturar o sistema de educação já existente e desenvolver todo o potencial educacional fora do sistema educacional. Nessa proposta, homens e mulheres são os agentes da sua própria educação, por meio da interação contínua entre os seus pensamentos e ações; ensino e aprendizagem, longe de serem limitados a um período de presença na escola, devem estender-se ao longo da vida, incluindo todas as competências e ramos do conhecimento, utilizando todos os meios possíveis, e dando a todas as pessoas oportunidade de pleno desenvolvimento da personalidade; os processos de educação e aprendizagem nos quais crianças, jovens e adultos de todas as idades estão envolvidos no curso de suas vidas, sob qualquer forma, devem ser considerados como um todo.” (Extraído da Recomendação sobre o Desenvolvimento da Educação de Adultos, UNESCO, 1976, p. 2).

EXEMPLO

CONTEXTO

O projeto poderá desenvolver-se em qualquer escola do país, é flexível e a sua adaptabilidade depende do contexto.

Damos o exemplo de um concelho com seis escolas do 1º ciclo ativas, à semelhança de outros concelhos do país e em resposta a uma política educativa foram encerradas as escolas nas aldeias e centralizados os alunos em polos/centros urbanos.

Num total de 524 alunos do 1º ciclo distribuídos pelas quatro escolas das aldeias e nas duas escolas (centros) na vila, que só elas comportam cerca de 400 crianças do total.

Este projeto seria implementado com os alunos do 4º ano, sendo constituído um grupo de crianças numa 1ª fase na escola do concelho.

As disciplinas curriculares são Português, Matemática, Estudo do Meio e o Inglês, e como atividades extracurriculares Desporto, Musica e Expressões… o projeto prevê para o grupo piloto alterar as AEC disponíveis depois das 15h, diariamente, e numa primeira fase, uma vez por mês.

O projeto terá uma vertente de “ESCOLA ABERTA” podendo a escola estar aberta ao fim de semana, pelo menos uma vez por mês, sendo a comunidade convidada a participar nas atividades.

DESTINATÁRIOS

Crianças do 1º Ciclo, alunos do 4º ano de escolaridade da escola EB, cerca de três grupos aleatórios, com o máximo de 15 crianças, para além das famílias, idosos e a comunidade do concelho.

OBJETIVO GERAL

No final do projeto pretende-se, que as crianças sejam mais autónomas, capazes de reconhecer as suas capacidades; que aprendam a saber estar e a saber ser, consigam respeitar os outros, que dentro do grupo se sintam capazes de mostrar as suas competências, que consigam partilhar saberes com os outros, desenvolver novas competências e conviver.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Trabalhar temas como a autonomia, respeito, escuta ativa, interajuda entre crianças e adultos. Estes por sua vez vão desenvolver novas competências, transmitir conhecimentos adquiridos ao longo da vida às crianças. Juntos vão formar uma comunidade, conviver, em contexto escolar mas numa relação de proximidade e afetividade, de aprendizagem não formal, mas na escola.

ESTRATÉGIA

Este projeto pretende dar uma nova vida às AEC, uma vez que a lei o prevê, num ambiente não formal, numa troca de saberes entre gerações, dentro da escola. Onde cada um vai reconhecer as suas capacidades e competências, numa atitude de autonomia e confiança, respeito e interajuda de partilha e de escuta; onde os adultos trazem a sua experiencia e os costumes da comunidade, e as crianças oferecem novos saberes.

ATIVIDADES  

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Bibliografia

 

CAP, (2007). Relatório Final de Acompanhamento das Actividades de Enriquecimento Curricular - Programa de Generalização do Ensino do Inglês nos 3º e 4º anos e de Outras Actividades de. Lisboa: Ministério da Educação.

CONFAP, (2008-2009). Relatório de Acompanhamento - Programa de Atividades Enrriquecimento Curricular. CONFAP.

Cotovio, A. P. (2010). Aprendizagem de nível 2 em Espanha e Portugal: percursos e equivocos . Dissertação Mestrado Universidade de Aveiro.

Despacho nº 14460/2008. (s.d.). Diario da Republica, p. 23194.

Despacho nº 9311/2016. (s.d.). Diario da Républica 2ª série, p. 22564.

EU, (2006). As competências essenciais para a aprendizagem ao longo da vida. Jornal Oficial da União Europeia, n.º 962/CE.

Lei nº 51/2012. (s.d.). Diario da Républica.

Montenegro, M. (2012). Montenegro, Monique (2012). As AEC – Um projeto de inovação curricular enquanto estratégia de desenvolvimento social. VII Congresso de Sociologia – Sociedade, Crise e Reconfigurações . Porto: Universidade do Porto.

Pires, C. (Outubro/Novembro de 2007). A construção de sentidos em política educativa: O caso da Escola a Tempo Inteiro. Revista de Ciências da Educação, nº 4, pp. 77-86.

Zabala, A., & Arnau, L. (2008). 11 Ideas Clave: Cómo Aprender Y enseñar competencias. Graó: Barcelona.

Notas de Consulta

Martins, C. F. (12 de 03 de 2017). Publico. Obtido em 12 de 03 de 2015, de https://www.publico.pt/temas/jornal/quando-a-escola-deixar-de-ser-uma-fabrica-de-alunos-27008265

 

 

 

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